8311f8985067716e7d09d5c40e78988526a7668b
5 Commits
| Author | SHA1 | Message | Date | |
|---|---|---|---|---|
| 338e3c9adb | chore: remover regressão visual (#44) | |||
| 0ecae4c7d6 |
fix: reduzir I/O remoto de imagens R2 (MAN-109) (#43)
* perf: cortar 157 KiB do caminho crítico e medir o LCP de forma reprodutível (MAN-109) A auditoria do PR #34 mediu LCP acima da meta de 2,5 s da SPEC §6.6 em todas as páginas no mobile, mas ficou registrada apenas como tabela num comentário do Linear — `storage/app/lighthouse` é gitignored, então não havia artefato para comparar depois. Esta entrega mede de novo, encontra a causa dominante e corta o que dava para cortar. ## Fontes servidas em dobro (88 KiB) Bunny entrega cada peso de EB Garamond em woff2 e woff, e o plugin de fontes emitia uma regra `@font-face` para cada, woff2 primeiro e woff depois. Duas regras com a mesma família, peso, estilo e unicode-range fazem a última vencer: o navegador renderizava a partir dos woff e descartava os woff2 pré-carregados. O log de rede da home prova: 3 woff em prioridade VeryHigh (88 KiB), a mais alta da página e à frente do elemento de LCP, mais 3 woff2 em High (74 KiB) baixados só por causa do `<link rel="preload">`. 162 KiB de tráfego para 74 KiB de fonte útil. woff2 é suportado por todo navegador que este site atende desde 2016, então as regras woff eram peso morto, não fallback. O plugin `amare:fonts-woff2-only` remove as regras do CSS e do manifest e tira os arquivos do bundle. É o que derruba o FCP de 1,51 s para 0,91 s em todas as páginas. ## Ativos de marca reencodados (102 KiB) — absorve MAN-122 O logotipo era servido a 512 px de largura para renderizar em 48 px (lockup, cabeçalho e rodapé de toda página) e 32 px (mark, home), com `loading="eager"`. Reencodados a 3× do maior render: lockup 149×144 (84 → 14 KiB) e mark 191×96 (42 → 10 KiB), mesmos nomes de arquivo para não invalidar cache. As variantes `on-dark` foram reencodadas junto por consistência; nenhuma view as usa hoje. Os 16 baselines visuais foram regenerados no runner Linux e o diff é imperceptível a 2× de zoom — mesma forma, mesma cor, menos bytes. ## Efeito medido Mobile, mediana de 3 execuções por página: home 4,58 → 3,39 s; portfolio 3,98 → 1,58 s; portfolio-detalhe 3,98 → 3,01 s; servicos 3,68 → 2,63 s; sobre 3,01 → 1,58 s; contato 2,55 → 1,51 s. Desktop passa com folga em todas (máximo 0,79 s). Acessibilidade, boas práticas e SEO seguem 100, CLS 0,000 e TBT 0 ms. `contato`, `portfolio` e `sobre` entraram na meta. `servicos`, `portfolio-detalhe` e `home` continuam fora, e o que falta está identificado: o elemento de LCP da home é a imagem do hero em JPEG q82 (143 KiB), e `Improve image delivery` estima 0,90 s de ganho restante. O lever é variante WebP em ResponsiveImage com `<picture>` — fora deste escopo porque mexe no pipeline de mídia que o CMS usa para upload. ## Ferramental - `scripts/perf/lighthouse.sh` ganha `/portfolio/{slug}`, passada desktop, mediana de 3 execuções e uma guarda de HTTP 200 antes de auditar. Uma rota em 404 produz relatório com score alto: a rota mais pesada do site apareceria como ótima e ninguém notaria. - `scripts/perf/summarize-lighthouse.mjs` extrai do JSON o elemento de LCP, a decomposição em fases e as requests até o LCP. - `docker/ci-runner.Dockerfile` e `scripts/test/visual-update-ci.sh` versionam a receita de regeneração de baselines, que existia só como checklist. - `CLAUDE.md` corrigido: Pest Browser serve a aplicação de um servidor Amp in-process, não do FrankenPHP. A paridade que importa nos baselines é Linux vs macOS, não o runtime HTTP. - Sem gate de performance no CI (§14.1 e §22). No lugar, orçamento de bytes para os ativos de marca e asserção de que o build só emite woff2. Staging não foi medido: a origem responde 303 para blocked.teams.cloudflare.com a partir da rede corporativa, inclusive em `/up`. Duas hipóteses seguem não validadas por dependerem de `FILESYSTEM_DISK=r2` — os ~4 round trips a R2 por imagem que `x-media.image` faz sem cache, e a falta de `preconnect` para a origem cross-origin de mídia. Ambas documentadas em docs/evidence/lighthouse/README.md. Co-Authored-By: Claude noreply@anthropic.com AI-Assisted: yes AI-Tool: claude-code * perf: servir imagens de conteúdo em webp e descrever sizes corretamente (MAN-109) Fecha a meta de LCP ≤ 2,5 s da SPEC §6.6 em todas as páginas, nos dois presets. Continuação direta do commit anterior: com fontes e marca resolvidas, o elemento de LCP de toda página no mobile passou a ser a imagem do hero, e o Load Delay de 1,88 s era contenção de banda pura. ## Variantes webp `ResponsiveImage::generate()` escreve uma variante `.webp` ao lado de cada variante no formato original, e `x-media.image` a oferece num `<source type="image/webp">`. O `<img>` continua apontando para o formato original: o `<source>` é preferência, não substituição, então nada quebra em quem não decodifica webp, e mídia antiga sem irmãos webp renderiza `<img>` puro como antes. O `<picture>` recebe `display: contents` porque os chamadores estilizam o `<img>` com classes como `h-full w-full object-cover` que resolvem contra o pai grid ou flex — um wrapper inline quebraria isso. O nome do arquivo acrescenta a extensão em vez de trocá-la (`photo-720.jpg.webp`): uploads usam UUID, então colisão já era improvável, mas `photo-720.webp` colidiria com a variante webp de um `photo.png`. ## sizes que descreve a realidade Nenhuma imagem do site ocupa a viewport inteira — todas ficam dentro de `container-amare`, que reserva 1,5rem de padding de cada lado. Declarar `100vw` fazia uma viewport de 412 px em DPR 1,75 pedir 721 px e pular para a variante de 960 para desenhar uma caixa de 637 px. Errar por um pixel custava um terço a mais de bytes em toda página. Com `calc(100vw - 3rem)` a home passa a usar a variante de 720: 74 KiB, contra 143 KiB no início da investigação. Foi também por isso que 720 entrou em `ResponsiveImage::WIDTHS` — sem ela o salto de 480 para 960 é grande demais para a viewport mobile mais comum. ## Efeito medido Mobile, mediana de 3 execuções: home 3,39 → 2,49 s; portfolio-detalhe 3,01 → 2,18 s; servicos 2,63 → 2,03 s; portfolio 1,58 s; sobre 1,58 s; contato 1,50 s. Desktop no máximo 0,65 s. Peso total da home 798 → 347 KiB. Contra o início da investigação (`2e43fde`): home 4,58 → 2,49 s com score de performance 83 → 98. A home passa **em cima da linha** — a pior das três execuções deu 2,57 s. Está documentado como aprovada por margem, não com folga, e os levers restantes estão listados em docs/evidence/lighthouse/README.md em ordem de custo. Os 16 baselines visuais não mudaram: nenhum seeder gera variantes e `media:generate-variants` não roda no runner visual, então naquele ambiente `availableVariants()` volta vazio e o componente renderiza `<img>` puro. A cobertura do caminho com variantes fica em MediaImageComponentTest e ResponsiveImageTest, não nos baselines — anotado como lacuna conhecida. Co-Authored-By: Claude noreply@anthropic.com AI-Assisted: yes AI-Tool: claude-code * docs: registrar a dependência do deploy e corrigir os commits nas evidências Três correções de honestidade nos artefatos de medição. O campo `Commit:` era gravado com o HEAD do momento da coleta, que é sempre anterior ao commit que contém as mudanças medidas — as duas passadas pós-correção diziam `2e43fde` e `65919d4` quando as árvores medidas viraram `65919d4` e `9ab2beb`. Corrigido à mão nos dois arquivos, e o script passa a marcar `+alterações não commitadas` quando a árvore está suja, para o artefato não voltar a afirmar o que não é. O ganho das imagens não aparece em staging nem em produção antes de `media:generate-variants` rodar: lá o disco é `r2` e as variantes webp e a largura 720 ainda não existem para a mídia publicada. O serviço `migrate` do docker-compose.deploy.yml roda o comando sem condição a cada deploy e ele regenera mesmo quando já há variantes, então o primeiro deploy resolve — mas estava implícito e agora está escrito. E o custo que as variantes webp introduzem no lado servidor está registrado com o número certo: `x-media.image` faz 8 `exists()` por imagem no lugar de 3, o que em `r2` são ~9 round trips remotos por imagem e ~36 na home. Isso agrava a hipótese não validada de TTFB em staging em vez de melhorá-la, e promove o cache desses metadados a item mais urgente da lista. Co-Authored-By: Claude noreply@anthropic.com AI-Assisted: yes AI-Tool: claude-code * fix: cache responsive image metadata for R2 * test: atualizar baselines visuais Linux --------- Co-authored-by: manoel.neto <manoel.neto@creditas.com> |
|||
| 2e43fdeb04 |
chore: usar America/Sao_Paulo como timezone da aplicação (#42)
A cidade de atuação é São Paulo, garantida por teste em quatro lugares e exigida por openspec/specs/site-settings/spec.md. O identificador de timezone, porém, era America/Fortaleza. O identificador passa a acompanhar o negócio. A mudança não altera comportamento. America/Sao_Paulo e America/Fortaleza são UTC-3 o ano inteiro desde que o horário de verão brasileiro foi extinto — verificado para janeiro, março e dezembro de 2026, idênticos ao segundo. Nada renderizado muda, o relógio congelado dos testes visuais usa offset absoluto (-03:00) e os baselines seguem válidos. O motivo de mexer é outro: a divergência entre o timezone e a cidade custou tempo real. Uma sessão anterior a interpretou como drift e "corrigiu" a SPEC no sentido errado, mudando o documento normativo para Fortaleza em vez de olhar o que o negócio é. Com os dois valores dizendo São Paulo, não há mais o que interpretar. Escopo: config/app.php, .env.example, os dois pontos do ci.yml, SPEC.md (§0, §13.5, §15.4), README.md, docs/deployment/dokploy.md, CLAUDE.md, openspec/config.yaml, openspec/specs/visual-regression/spec.md e o withTimezone do VisualRegressionTest. Intocados de propósito: as asserções que garantem que Fortaleza não aparece como cidade de operação, em PublicPagesTest, SiteSettingsTest, ContentSeederProductionGatingTest e openspec/specs/site-settings. Essas tratam de cidade, não de fuso, e continuam corretas. Co-Authored-By: Claude noreply@anthropic.com AI-Assisted: yes AI-Tool: claude-code Co-authored-by: manoel.neto <manoel.neto@creditas.com> |
|||
| fc3d5c444f |
docs: atualizar estado da autenticação do gh no CLAUDE.md (#30)
O gh passou a autenticar como manoel-freitas, então gh pr create já funciona neste repositório. Registra o estado atual e mantém a instrução de verificar com gh auth status antes de assumir, já que a conta padrão da máquina não enxerga o repositório. Co-Authored-By: Claude noreply@anthropic.com AI-Assisted: yes AI-Tool: claude-code Co-authored-by: manoel.neto <manoel.neto@creditas.com> |
|||
| 949f6ae19f |
Docs/fix timezone drift (#27)
* docs: add CLAUDE.md with repository architecture guidance Imports AGENTS.md as the primary contract and records the cross-file facts that are not discoverable from any single file: the public-site request spine (controller -> Application query -> DTO -> Blade), the layouts.public view composer, what the architecture test actually enforces, the CI-parity constraint on visual baselines, and the determinism trio behind them. Co-Authored-By: Claude <noreply@anthropic.com> AI-Assisted: yes AI-Tool: claude-code AI-Harness: creditas-agentic-harness AI-Harness-Command: /init * docs: corrigir timezone normativo para America/Fortaleza SPEC.md e openspec/config.yaml declaravam APP_TIMEZONE=America/Sao_Paulo, divergindo da implementação (config/app.php, .env.example), dos quatro jobs de CI e de openspec/specs/visual-regression/spec.md, que fixa America/Fortaleza e cita SPEC §13.5 como autoridade. As baselines visuais foram geradas sob America/Fortaleza. Cidade de atuação permanece São Paulo (capital) — é copy pública, não timezone de runtime. Co-Authored-By: Claude <noreply@anthropic.com> AI-Assisted: yes AI-Tool: claude-code AI-Harness: creditas-agentic-harness AI-Harness-Command: /init * docs: corrigir referências mortas no AGENTS.md - Design Context apontava para `.impeccable.md` na raiz, que não existe. O sistema de design vive em DESIGN.md/PRODUCT.md, tokens em resources/css/tokens.css, briefs por superfície em .impeccable/surfaces/ e a skill vendorizada em .github/skills/impeccable/SKILL.md. - Domain docs afirmava CONTEXT.md na raiz. Não existe: o domínio está em SPEC.md §8 e PRODUCT.md, capacidades em openspec/specs/, e docs/adr/README.md é apenas índice das ADRs decididas em SPEC.md §21. - Issue tracker: registra que o repo não traz .mcp.json, portanto o MCP do Linear precisa estar habilitado na sessão. Co-Authored-By: Claude <noreply@anthropic.com> AI-Assisted: yes AI-Tool: claude-code AI-Harness: creditas-agentic-harness AI-Harness-Command: /init * docs: registrar autenticação do remote no CLAUDE.md O repo é do account `manoel-freitas`, mas a identidade SSH padrão da máquina é outro account (`manoel-freitas-neto`) que não enxerga o repo — o push falha com `Repository not found`, que parece repo inexistente e é problema de acesso. A chave certa é `~/.ssh/id_github_pessoal`, já fixada em `core.sshCommand`. Registra também que o `gh` autentica por token, não por chave SSH, então `gh pr create` continua falhando mesmo com o push funcionando. Co-Authored-By: Claude <noreply@anthropic.com> AI-Assisted: yes AI-Tool: claude-code AI-Harness: creditas-agentic-harness AI-Harness-Command: /init --------- Co-authored-by: manoel.neto <manoel.neto@creditas.com> Co-authored-by: Claude <noreply@anthropic.com> |