Campo whatsapp_message editável por modalidade (Filament) com fallback para
template padrão. Cards da home, faixa 'Conversar com a Amare' e CTA final
da página de detalhe abrem o WhatsApp diretamente quando número configurado,
mantendo briefing como fallback.
* perf: cortar 157 KiB do caminho crítico e medir o LCP de forma reprodutível (MAN-109)
A auditoria do PR #34 mediu LCP acima da meta de 2,5 s da SPEC §6.6 em todas
as páginas no mobile, mas ficou registrada apenas como tabela num comentário
do Linear — `storage/app/lighthouse` é gitignored, então não havia artefato
para comparar depois. Esta entrega mede de novo, encontra a causa dominante e
corta o que dava para cortar.
## Fontes servidas em dobro (88 KiB)
Bunny entrega cada peso de EB Garamond em woff2 e woff, e o plugin de fontes
emitia uma regra `@font-face` para cada, woff2 primeiro e woff depois. Duas
regras com a mesma família, peso, estilo e unicode-range fazem a última
vencer: o navegador renderizava a partir dos woff e descartava os woff2
pré-carregados.
O log de rede da home prova: 3 woff em prioridade VeryHigh (88 KiB), a mais
alta da página e à frente do elemento de LCP, mais 3 woff2 em High (74 KiB)
baixados só por causa do `<link rel="preload">`. 162 KiB de tráfego para
74 KiB de fonte útil.
woff2 é suportado por todo navegador que este site atende desde 2016, então as
regras woff eram peso morto, não fallback. O plugin `amare:fonts-woff2-only`
remove as regras do CSS e do manifest e tira os arquivos do bundle. É o que
derruba o FCP de 1,51 s para 0,91 s em todas as páginas.
## Ativos de marca reencodados (102 KiB) — absorve MAN-122
O logotipo era servido a 512 px de largura para renderizar em 48 px (lockup,
cabeçalho e rodapé de toda página) e 32 px (mark, home), com `loading="eager"`.
Reencodados a 3× do maior render: lockup 149×144 (84 → 14 KiB) e mark 191×96
(42 → 10 KiB), mesmos nomes de arquivo para não invalidar cache. As variantes
`on-dark` foram reencodadas junto por consistência; nenhuma view as usa hoje.
Os 16 baselines visuais foram regenerados no runner Linux e o diff é
imperceptível a 2× de zoom — mesma forma, mesma cor, menos bytes.
## Efeito medido
Mobile, mediana de 3 execuções por página: home 4,58 → 3,39 s; portfolio
3,98 → 1,58 s; portfolio-detalhe 3,98 → 3,01 s; servicos 3,68 → 2,63 s;
sobre 3,01 → 1,58 s; contato 2,55 → 1,51 s. Desktop passa com folga em todas
(máximo 0,79 s). Acessibilidade, boas práticas e SEO seguem 100, CLS 0,000 e
TBT 0 ms.
`contato`, `portfolio` e `sobre` entraram na meta. `servicos`,
`portfolio-detalhe` e `home` continuam fora, e o que falta está identificado:
o elemento de LCP da home é a imagem do hero em JPEG q82 (143 KiB), e
`Improve image delivery` estima 0,90 s de ganho restante. O lever é variante
WebP em ResponsiveImage com `<picture>` — fora deste escopo porque mexe no
pipeline de mídia que o CMS usa para upload.
## Ferramental
- `scripts/perf/lighthouse.sh` ganha `/portfolio/{slug}`, passada desktop,
mediana de 3 execuções e uma guarda de HTTP 200 antes de auditar. Uma rota
em 404 produz relatório com score alto: a rota mais pesada do site
apareceria como ótima e ninguém notaria.
- `scripts/perf/summarize-lighthouse.mjs` extrai do JSON o elemento de LCP, a
decomposição em fases e as requests até o LCP.
- `docker/ci-runner.Dockerfile` e `scripts/test/visual-update-ci.sh` versionam
a receita de regeneração de baselines, que existia só como checklist.
- `CLAUDE.md` corrigido: Pest Browser serve a aplicação de um servidor Amp
in-process, não do FrankenPHP. A paridade que importa nos baselines é
Linux vs macOS, não o runtime HTTP.
- Sem gate de performance no CI (§14.1 e §22). No lugar, orçamento de bytes
para os ativos de marca e asserção de que o build só emite woff2.
Staging não foi medido: a origem responde 303 para blocked.teams.cloudflare.com
a partir da rede corporativa, inclusive em `/up`. Duas hipóteses seguem não
validadas por dependerem de `FILESYSTEM_DISK=r2` — os ~4 round trips a R2 por
imagem que `x-media.image` faz sem cache, e a falta de `preconnect` para a
origem cross-origin de mídia. Ambas documentadas em
docs/evidence/lighthouse/README.md.
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* perf: servir imagens de conteúdo em webp e descrever sizes corretamente (MAN-109)
Fecha a meta de LCP ≤ 2,5 s da SPEC §6.6 em todas as páginas, nos dois presets.
Continuação direta do commit anterior: com fontes e marca resolvidas, o elemento
de LCP de toda página no mobile passou a ser a imagem do hero, e o Load Delay de
1,88 s era contenção de banda pura.
## Variantes webp
`ResponsiveImage::generate()` escreve uma variante `.webp` ao lado de cada
variante no formato original, e `x-media.image` a oferece num
`<source type="image/webp">`. O `<img>` continua apontando para o formato
original: o `<source>` é preferência, não substituição, então nada quebra em
quem não decodifica webp, e mídia antiga sem irmãos webp renderiza `<img>` puro
como antes.
O `<picture>` recebe `display: contents` porque os chamadores estilizam o `<img>`
com classes como `h-full w-full object-cover` que resolvem contra o pai grid ou
flex — um wrapper inline quebraria isso.
O nome do arquivo acrescenta a extensão em vez de trocá-la
(`photo-720.jpg.webp`): uploads usam UUID, então colisão já era improvável, mas
`photo-720.webp` colidiria com a variante webp de um `photo.png`.
## sizes que descreve a realidade
Nenhuma imagem do site ocupa a viewport inteira — todas ficam dentro de
`container-amare`, que reserva 1,5rem de padding de cada lado. Declarar `100vw`
fazia uma viewport de 412 px em DPR 1,75 pedir 721 px e pular para a variante de
960 para desenhar uma caixa de 637 px. Errar por um pixel custava um terço a mais
de bytes em toda página.
Com `calc(100vw - 3rem)` a home passa a usar a variante de 720: 74 KiB, contra
143 KiB no início da investigação. Foi também por isso que 720 entrou em
`ResponsiveImage::WIDTHS` — sem ela o salto de 480 para 960 é grande demais para
a viewport mobile mais comum.
## Efeito medido
Mobile, mediana de 3 execuções: home 3,39 → 2,49 s; portfolio-detalhe
3,01 → 2,18 s; servicos 2,63 → 2,03 s; portfolio 1,58 s; sobre 1,58 s;
contato 1,50 s. Desktop no máximo 0,65 s. Peso total da home 798 → 347 KiB.
Contra o início da investigação (`2e43fde`): home 4,58 → 2,49 s com score de
performance 83 → 98.
A home passa **em cima da linha** — a pior das três execuções deu 2,57 s. Está
documentado como aprovada por margem, não com folga, e os levers restantes estão
listados em docs/evidence/lighthouse/README.md em ordem de custo.
Os 16 baselines visuais não mudaram: nenhum seeder gera variantes e
`media:generate-variants` não roda no runner visual, então naquele ambiente
`availableVariants()` volta vazio e o componente renderiza `<img>` puro. A
cobertura do caminho com variantes fica em MediaImageComponentTest e
ResponsiveImageTest, não nos baselines — anotado como lacuna conhecida.
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* docs: registrar a dependência do deploy e corrigir os commits nas evidências
Três correções de honestidade nos artefatos de medição.
O campo `Commit:` era gravado com o HEAD do momento da coleta, que é sempre
anterior ao commit que contém as mudanças medidas — as duas passadas pós-correção
diziam `2e43fde` e `65919d4` quando as árvores medidas viraram `65919d4` e
`9ab2beb`. Corrigido à mão nos dois arquivos, e o script passa a marcar
`+alterações não commitadas` quando a árvore está suja, para o artefato não voltar
a afirmar o que não é.
O ganho das imagens não aparece em staging nem em produção antes de
`media:generate-variants` rodar: lá o disco é `r2` e as variantes webp e a largura
720 ainda não existem para a mídia publicada. O serviço `migrate` do
docker-compose.deploy.yml roda o comando sem condição a cada deploy e ele
regenera mesmo quando já há variantes, então o primeiro deploy resolve — mas
estava implícito e agora está escrito.
E o custo que as variantes webp introduzem no lado servidor está registrado com o
número certo: `x-media.image` faz 8 `exists()` por imagem no lugar de 3, o que em
`r2` são ~9 round trips remotos por imagem e ~36 na home. Isso agrava a hipótese
não validada de TTFB em staging em vez de melhorá-la, e promove o cache desses
metadados a item mais urgente da lista.
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* fix: cache responsive image metadata for R2
* test: atualizar baselines visuais Linux
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* feat: aplicar identidade Heritage Editorial ao painel Filament
O painel admin ainda usava os defaults de fábrica do Filament (Amber,
Zinc, Inter Variable, dark mode ligado) enquanto o site público já
seguia o design system Heritage Editorial há várias entregas — a
inconsistência ficava evidente para quem navegava entre as duas áreas
e não havia nenhum teste travando a configuração do painel.
- Cores primary/gray/danger/warning/success viram arrays explícitos de
11 tons (não Color::hex()/string), a única forma de preservar os
hexadecimais exatos do DESIGN.md — Color::hex() decompõe a cor e
remonta lightness/chroma por uma tabela fixa, perdendo a cor real.
Os tons foram escolhidos verificando empiricamente com
ButtonComponentColorMap qual shade o botão sólido realmente usa
(600/500/50), e o tom 50 do primary é um verde-oliva claro (não
branco puro) porque BadgeComponent usa bg-color-50 diretamente e um
branco puro tornaria o badge quase invisível sobre o Papel Marfim.
- EB Garamond self-hosted via LocalFontProvider (sans/mono/serif), sem
reintroduzir uma requisição externa ao fonts.bunny.net — o hook
HEAD_END reaproveita o mesmo <x-fonts /> do site público.
- Novo tema Vite (resources/css/filament/admin/theme.css) zera radius
e shadow só no escopo do Filament, incluindo a variável --radius
"bare" (usada em ~227 regras do próprio Filament) e um override
manual para o CSS pré-compilado do tooltip Tippy.js, que não é
alcançado pelo @theme.
- Dark mode desativado: o Heritage Editorial é uma paleta única.
- Teste de regressão (AdminPanelBrandParityTest) pinando cores, fontes
e configuração do tema, incluindo uma renderização real de
/admin/login — foi essa renderização que pegou um bug real: passar
a família já entre aspas simples quebrava a declaração CSS
(--font-family: ''EB Garamond''), silenciosamente caindo para
ui-sans-serif.
Bundle público verificado byte a byte: nenhuma declaração CSS
existente mudou de valor (apenas classes novas e não usadas pelo site
público foram adicionadas ao app.css, um efeito colateral inerte de
ter uma segunda entrada Tailwind no mesmo build do Vite).
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* fix(build): copiar CSS do Filament no estágio frontend e neutralizar sombras
Dois defeitos encontrados ao revisar a paridade visual do painel.
O primeiro impedia o build da imagem. O `resources/css/filament/admin/
theme.css` importa o CSS não compilado do próprio Filament, e o estágio
`frontend` do Dockerfile copia apenas `package.json`, `vite.config.js`,
`resources` e `public` — nunca `vendor`. O `npm run build` falhava na
resolução do import, o que derrubaria os jobs `container` e `browser` do
CI. Agora a subárvore `vendor/filament` é copiada do estágio do composer,
em vez de todo o `vendor`, para manter o contexto pequeno.
O segundo é silencioso e mais interessante. O plugin do Tailwind compartilha
um único contexto entre todas as entradas do build, então o `@source
app/Filament/**` da entrada do painel torna visível o uso de `shadow-*`
do Filament e o Tailwind passa a emitir seus valores padrão de
`--shadow-sm/md/lg` também no bundle público. Verificado por diff do
`app.css` construído com e sem a entrada do tema.
Nada no site público usa utilitário de sombra hoje, então a renderização
não muda e os baselines visuais seguem válidos. Mas deixar valores reais
de sombra definidos no CSS que vai para produção permitiria que um
`shadow-sm` futuro em elemento público violasse a Tonal Layer Rule do
DESIGN.md em silêncio — e o HeritageEditorialTokensTest só inspeciona
arquivos de origem, então não pegaria.
Os tokens de sombra passam a ser fixados em transparente no `@theme` do
`app.css`, com teste que falha se algum deixar de ser. A regra continua
verdadeira no artefato que realmente ship.
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* feat: capturar origem de marketing do briefing de contato (MAN-105)
Adiciona tracking simples da origem (UTM ou referrer, primeiro-toque
vence) para satisfazer WEB-05: a origem viaja apenas com o e-mail
interno do briefing, sem Lead model, tabela ou superfície de CRM
(Fase 2 fora de escopo). Middleware no grupo "web" cobre só as rotas
públicas (o painel Filament tem sua própria stack de middleware);
lógica de captura/sanitização isolada em App\Domain\Contact para não
poluir controller nem view.
Fail-open por construção: qualquer falha ao capturar ou ler a origem é
logada sem dados pessoais e a submissão segue normalmente. Respeita
LGPD (§12.5): nada além da origem é guardado, valores são truncados
para não inflar a sessão, e um referrer apontando para o próprio host
é descartado por não ser sinal de marketing. Valores não confiáveis
(query string, referrer) são sanitizados antes de entrar na sessão e
no e-mail em HTML.
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* fix(contato): capturar apenas a origem do referrer, não a URL completa
O fallback de referrer em MarketingOrigin::capture() armazenava a URL
inteira (incluindo query string e fragmento), não apenas o site de
origem. Um link de campanha de e-mail personalizado (ex.:
?email=...&subscriber_id=...) chegava intacto à sessão (persistida em
banco via SESSION_DRIVER=database) e ao corpo do e-mail de briefing
lido por um humano — indo além do que SPEC.md WEB-05 pede ("origem de
marketing") e do §12.5 ("coletar apenas dados necessários").
Agora o referrer é reduzido a esquema+host antes de sanitizar,
descartando path, query string e userinfo.
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* test(contato): cobrir first-touch quando a navegação seguinte traz UTM concorrente
test_first_touch_wins_when_later_navigation_has_no_utm não exercitava
de fato a guarda "primeira captura vence" em CaptureMarketingOrigin —
as duas navegações seguintes não carregavam nenhum sinal (nem UTM, nem
referrer), então MarketingOrigin::capture() já retornava [] e o
early-return por ausência de sinal (não a guarda de sessão) é quem
impedia a sobrescrita. Confirmado removendo a guarda: a suíte
continuava passando.
Este teste novo usa uma segunda navegação com UTM diferente
(utm_source=facebook), o que só passa se a guarda de sessão estiver
ativa — mutação verificada manualmente antes de escrever a asserção.
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* fix(contato): não capturar origem em sitemap.xml e robots.txt
O middleware estava anexado ao grupo `web` inteiro, que também cobre
`/sitemap.xml` e `/robots.txt`. Um crawler chegando em
`/sitemap.xml?utm_source=...` consumia o slot de primeiro toque com
tráfego que nunca vai enviar um briefing, e ainda iniciava sessão em uma
rota técnica.
As duas rotas passam a ser ignoradas por nome, com teste cobrindo que
elas não gravam nada na sessão e que uma visita humana seguinte ainda é
capturada normalmente.
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* fix(contato): normalizar e-mail e telefone no formulário público de briefing
SPEC.md §12.3 exige normalização de e-mail e telefone no formulário
público, mas o ContactBriefingRequest só validava, sem normalizar
(MAN-104).
E-mail: aplica trim + lowercase em prepareForValidation — evita
duplicatas triviais ("Maria@X.com" vs "maria@x.com") e mantém a
detecção de duplicidade por hash consistente.
Telefone: normaliza para o formato brasileiro legível
"(DD) 9XXXX-XXXX"/"(DD) XXXX-XXXX", extraído para o value object
App\Domain\Contact\BrazilianPhoneNumber por concentrar lógica de
decisão (contagem de dígitos, remoção de DDI 55) que merece teste
isolado. Optou-se pelo formato com máscara em vez de dígitos puros
porque o Mailable ContactBriefing e seus templates (html/text) apenas
imprimem o valor do campo "Telefone/WhatsApp" em uma tabela/lista,
sem link "tel:" nem formatação na view — "(11) 98888-7777" é o que
fica legível para quem recebe o briefing por e-mail, enquanto
"11988887777" é opaco de bater o olho.
Para não descartar informação que o destinatário precisa, o
normalizador só reformata quando a string é composta exclusivamente
por caracteres de telefone; anotações como "(WhatsApp)" ou "falar com
João" junto do número são preservadas como estão. Entradas que não
batem com 10/11 dígitos (após remover DDI) também são preservadas,
apenas com espaços internos colapsados.
Honeypot, rate limit e aceite de privacidade não foram tocados.
Cobertura: teste de unidade para o value object (formatos válidos,
DDI, anotações, formatos não reconhecidos) e teste de feature
provando que uma submissão com e-mail maiúsculo/padded e telefone
"sujo" chega normalizada nos Mailables ContactBriefing e
ContactBriefingConfirmation.
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* fix(contato): evitar fabricar DDD/9º dígito em números não brasileiros
O normalizador aceitava qualquer string de 10 ou 11 dígitos como se
fosse um telefone brasileiro, sem checar se os dois primeiros dígitos
formam um DDD plausível (11-99, nunca com zero em nenhuma posição) ou
se um número de 11 dígitos tem o 9º dígito obrigatório do celular.
Isso fazia números estrangeiros como '2025551234' (EUA) virarem
'(20) 2555-1234' — um número brasileiro plausível, porém inventado,
que destrói silenciosamente o contato real na tabela do e-mail de
briefing. Um '+55' explícito sem DDD (ex.: '+55 98888-7777') também
era lido como DDD 55 em vez de número incompleto.
Passa a validar a forma do DDD e o 9º dígito do celular antes de
formatar, preservando o texto original quando a checagem falha —
mesmo comportamento já usado para números com contagem de dígitos
fora do padrão. Mantém DDD 55 (Rio Grande do Sul) funcionando
normalmente quando o DDD é digitado de fato.
Limitação residual conhecida e aceita: DDDs americanos que colidem
estruturalmente com um DDD brasileiro válido (ex. '2125551234', área
212 de Nova York, bate com DDD 21) continuam sendo formatados como
brasileiros — não há como distinguir os dois casos só pela forma dos
dígitos. Da mesma forma, um '55' sem o '+' explícito (ex.
'55988887777') é ambiguamente tratado como DDD 55 real, já que nada
no texto indica se é código de país ou área.
Co-Authored-By: Claude noreply@anthropic.com
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AI-Tool: claude-code
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Co-authored-by: manoel.neto <manoel.neto@creditas.com>
* feat: adicionar cadência editorial à home
* fix: reconcile pr23 ci with current main
* test: atualizar baselines visuais da home para cadência editorial
* fix: prevent long strings from overflowing public layout
* fix: fall back to default hero copy and tighten hero line-height
* fix: skip blank testimonials and guard empty portfolio metadata
* feat: add branded 419, 429 and 503 error pages
* fix: reset submit state on bfcache restore, swap label while sending, trap mobile menu focus
* chore: track hardening task status
* fix: restore contact submit state after bfcache
* fix: allow contact links to wrap long unbroken strings
* chore: add husky pre-commit and pre-push hooks
* feat: frontend audit — formulário de contato, a11y, SEO, performance e conteúdo
* test: regenerate visual baselines from CI environment
* feat: add Dossiê vivo motion to the public site
Introduce a focal Home opening, chapter index, and restrained continuity
reveals while keeping reduced-motion and visual baselines intact.
Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
* test: refresh visual baselines from CI Ubuntu screenshots
Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
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Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
* feat: recreate public frontend with Heritage Editorial identity
Replace placeholder visual system with EB Garamond/olive tokens, brand assets, editorial home narrative, São Paulo settings, real testimonials, and regenerated visual baselines.
Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
* docs: archive recreate-public-frontend and sync Heritage Editorial specs
Merge delta requirements into main OpenSpec capabilities and move the completed change into the dated archive.
Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
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Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
* feat: ship public site with SEO and visuals
Publish CMS content on public routes with responsive media,
accessibility checks, and deterministic visual baselines.
Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
* fix: make browser visual CI deterministic for media
Mount host public storage into FrankenPHP so seeded fixtures are served,
and replace PNG-as-JPG fixtures with real JPEGs so Chromium can render them.
Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
* fix: serve public media on same-origin storage paths
Pest Browser hosts on 127.0.0.1:port while Storage::url used
http://localhost, so screenshots captured broken images. Use relative
/storage URLs for media and absolutize only OG tags via url().
Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
* test: refresh visual baselines from CI Ubuntu screenshots
Media now loads on same-origin /storage paths, so baselines must
capture the rendered fixtures. Use full-page snapshots from the CI
runner to keep Pest's exact snapshot match stable across environments.
Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>
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Co-authored-by: Cursor <cursoragent@cursor.com>